Após décadas tentando explorar petróleo em Surrey, a empresa responsável pelo projeto fracassado agora vendeu o site por um prejuízo significativo. A UK Oil and Gas (UKOG), que havia investido mais de £25 milhões no local, rebranding-se como UK Energy Group, focando em armazenamento de energia de sal cavernoso e outros projetos de energia limpa.
A decisão do Supremo Tribunal em 2024, conhecida como a Finch Ruling, determinou que os impactos ambientais indirectos das emissões de gases de efeito estufa devem ser considerados em avaliações de impacto ambiental, resultando na revogação da autorização para expansão do projeto.
Nova aplicação para prospecção
O novo proprietário, Energy B, está agora aplicando para prospecção de petróleo em Surrey, com planos para quatro poços de produção, uma área de processamento de óleo, instalações de carregamento de tanques e uma poço de reinjeção de fluidos. O projeto permitiria a extração de cerca de 700.000 toneladas de petróleo ao longo de 20 anos.
Desafios ambientais
Sarah Finch, a ativista que levou o caso ao Supremo Tribunal, criticou a nova avaliação ambiental do projeto, alegando que ela não considera adequadamente os impactos cumulativos dos projetos de combustíveis fósseis.
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