Panteão da Pátria, em Brasília, leva visitantes à Guerra do Paraguai com realidade virtual O Panteão da Pátria na Praça dos Três Poderes, em Brasília, passou a oferecer aos visitantes uma experiência permanente em realidade virtual que transporta os visitantes para uma tenda médica da Guerra do Paraguai. A atração é gratuita e tem como protagonista Anna Nery, pioneira da enfermagem brasileira e primeira mulher inscrita no Livro dos Heróis da Pátria. 🔎 A Guerra do Paraguai foi o maior conflito armado da América do Sul, travado entre 1864 e 1870.
De um lado estava o Paraguai; do outro, a Tríplice Aliança formada por Brasil, Argentina e Uruguai. 🔎 Anna Nery atuou voluntariamente no atendimento a soldados feridos em hospitais militares, tornando-se um símbolo da enfermagem brasileira. Durante o conflito, perdeu o filho Justiniano e o sobrinho Arthur enquanto prestava socorro nos campos de batalha.
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp Com óculos de realidade virtual, o público deixa de ser apenas espectador e passa a integrar a cena ao lado da personagem histórica. O curta-metragem "Quando Nasce uma Heroína" tem cerca de cinco minutos e recria o atendimento prestado por Anna Nery a soldados feridos durante o conflito. ✍🏽 Neste fim de semana, das 13h às 17h, o Panteão terá uma programação especial de lançamento, com seis estações extras de realidade virtual e equipes para orientar os visitantes.
✍🏽 Depois, a experiência ficará disponível durante o horário de funcionamento do memorial, sem necessidade de agendamento. Panteão da Pátria ganha experiência em realidade virtual que leva visitantes à Guerra do Paraguai Ana Lídia Araújo/g1 Experiência imersiva Segundo o diretor e idealizador do projeto, Filipe Gontijo, a escolha de Anna Nery tem relação direta com o local onde a instalação foi montada. "Esse filme traz a Anna Nery, que é a patrona da enfermagem do Brasil.
A gente trouxe esse filme para o Panteão porque ela é a primeira mulher inscrita no Livro dos Heróis da Pátria. Então, uma coisa conversa com a outra", disse Gontijo explica que a estação foi desenvolvida para funcionar de forma totalmente autônoma. O próprio visitante coloca os óculos e inicia a experiência, sem precisar de ajuda ou operação técnica.
Segundo o diretor, o objetivo é fazer com que a tecnologia "desapareça" e o visitante se sinta parte da história. "Depois de um minuto, o espectador começa a acreditar que está lá. A gente teve experiências com esse filme em que as pessoas se emocionaram e até responderam à Anna Nery quando ela falava", contou ao g1.
Visitantes aprovam Apesar de a estreia oficial da atração ser neste fim de semana, visitantes que passaram pelo Panteão da Pátria nos últimos dias já puderam conhecer a novidade em primeira mão. Foi o caso da professora de música Renata Fontes, de Goiânia. Para ela, a experiência torna a história mais próxima do público.
"A realidade virtual coloca a gente ali. A gente consegue perceber as diferentes dimensões, tanto auditivas quanto visuais. Achei muito interessante fazer com que a gente estivesse dentro dessa realidade, acho que aproxima muito mais", reltatou.
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