Após a ocorrência de dois terremotos consecutivos na Venezuela, que resultaram na morte de pelo menos 32 pessoas, líderes de diversas nações manifestaram sua solidariedade e ofereceram assistência ao país sul-americano. O primeiro tremor, de magnitude 7.2, ocorreu a oeste de Moron, a cerca de 168 km da capital, Caracas, seguido por um segundo tremor de magnitude 7.5 apenas um minuto depois, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

A presidente interina, Delcy Rodriguez, declarou estado de emergência e informou que o Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em Caracas, está fechado devido aos danos causados.

Reações internacionais

O presidente da Argentina, Javier Milei, expressou a "profunda solidariedade" do país com o povo venezuelano, destacando a disposição de ajudar apesar das diferenças políticas. O presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, também se manifestou, afirmando que o país está pronto para oferecer apoio necessário.

O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, determinou ao Ministério das Relações Exteriores que avalie como o Brasil pode contribuir. Já a Colômbia ativou sua equipe de resposta a emergências para coordenar apoio técnico e operacional.

Cuba informou que seus profissionais de saúde mobilizados na Venezuela estão prestando serviços médicos às vítimas. O presidente do Equador, Daniel Noboa, anunciou o envio imediato de ajuda humanitária.

Outros países, como El Salvador, Itália, México, Panamá, Paquistão, Espanha e Uruguai, também se prontificaram a oferecer ajuda, reafirmando a importância da solidariedade em momentos de crise.

Nos Estados Unidos, o ex-presidente Donald Trump e o Secretário de Estado Marco Rubio manifestaram sua preocupação e prometeram que o país está preparado para oferecer assistência.