Os níveis de silício dióxido na superfície de Mercurio são significativamente menores do que se supunha anteriormente, indicando um passado vulcânico mais intenso do que os cientistas imaginavam.

Níveis de silício dióxido abaixo do esperado

Cientistas da Max Planck Institute for Solar System Research e das universidades de Münster e Göttingen, na Alemanha, realizaram o estudo mais preciso sobre a composição química da superfície de Mercurio. Os resultados mostram que o silício dióxido representa cerca de 37% da massa da superfície do planeta, 25% menos do que estimativas anteriores.

Sugestões sobre a formação da crosta de Mercurio

Essa descoberta sugere que as rochas vulcânicas de Mercurio foram formadas a partir de material do manto mais fundo, que foi mais extensivamente derretido a altas temperaturas. Isso indica que a atividade vulcânica no planeta pode ter vindo de regiões mais profundas do manto.