Israel está passando por uma reforma no uso medicinal de cannabis, que está gerando debate sobre a continuidade do tratamento por fumo. O governo israelense anunciou mudanças nas diretrizes de acesso e prescrição do produto, com foco em garantir segurança e eficácia dos tratamentos.

Novas diretrizes de uso medicinal

O novo modelo proposto prevê a disponibilização de formas de cannabis não fumadas, como óleos e cápsulas, para pacientes com doenças crônicas, como epilepsia e dor crônica. A medida busca reduzir os riscos associados ao fumo, como irritação respiratória e exposição a partículas nocivas.

Debate sobre eficácia e segurança

Profissionais de saúde e grupos de pacientes reagem com cautela. Um grupo de especialistas em neurologia afirmou que a eficácia clínica do cannabis medicinal é comprovada, mas ressaltou a necessidade de mais dados sobre a comparação entre fumo e outras formas de administração. A reforma ainda não foi aprovada em assembleia nacional, e a análise de impacto será feita pelo Ministério da Saúde.