Enquanto turistas europeus exploram as delícias da cultura americana, como o molho ranch e as lojas Buc-ee's, os potenciais espectadores da Copa do Mundo vindos da África, Ásia e Oriente Médio têm enfrentado uma realidade diferente: a exclusão. As políticas de imigração do ex-presidente Donald Trump, amplamente consideradas racistas, dificultaram a entrada de muitos visitantes nos Estados Unidos para o evento, afetando até mesmo alguns jogadores.

Casos de negação de visto

Um exemplo é o atacante suíço Breel Embolo, que não pôde embarcar no voo da seleção para os EUA devido a uma condenação criminal de 2018. Ele precisou solicitar um visto de emergência para conseguir participar da competição. Além disso, após o ataque dos EUA ao Irã, a seleção iraniana teve que mudar seus planos de treinamento, o que impactou sua preparação para o torneio.

Essas situações revelam como as políticas de imigração podem afetar não apenas a experiência de turistas, mas também a participação de atletas em eventos esportivos internacionais. A expectativa é de que a Copa do Mundo, um evento que deveria promover a união e a celebração entre nações, também sirva de reflexão sobre as barreiras que ainda existem para muitos.

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