O Departamento de Estado dos Estados Unidos confirmou neste sábado, 4 de julho de 2026, que pode impor sanções a cidadãos ou residentes legais americanos que tenham ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC) ou o Comando Vermelho (CV). Essas organizações foram classificadas como "terroristas" pelo governo norte-americano desde 5 de junho deste ano.
Objetivo das sanções
Em conversa com o portal Poder360, um porta-voz do Departamento de Estado afirmou que realizar transações com membros dos grupos mencionados "acarreta riscos relacionados às autoridades que aplicam sanções antiterrorismo". Essa ação é parte de uma estratégia mais ampla do presidente Donald Trump, do Partido Republicano, que visa "eliminar cartéis e organizações criminosas na região".
Ampla aplicação das medidas
A extensão das sanções foi anunciada poucos dias após o Departamento do Tesouro dos EUA ter revelado as primeiras punições relacionadas a essa nova política. As sanções mais recentes afetaram dois brasileiros, três empresas localizadas no Brasil e uma companhia em Portugal, todos classificados como parte de uma estrutura de lavagem de dinheiro vinculada ao PCC.
As consequências dessas sanções incluem o bloqueio de bens e ativos que estão sob a jurisdição dos EUA, além de proibir cidadãos, empresas e instituições financeiras norte-americanas de manter qualquer relação comercial com os indivíduos e entidades que receberam as sanções.
Compromisso com a segurança
Em uma nota enviada ao Poder360, o Departamento de Estado destacou que "realizar transações com membros do Comando Vermelho ou do Primeiro Comando da Capital acarreta riscos relacionados às autoridades que aplicam sanções antiterrorismo, não apenas para pessoas que não são dos EUA, mas também para residentes permanentes legais e cidadãos norte-americanos". A nota reforça o compromisso da administração Trump em combater cartéis e organizações criminosas, assegurando a segurança da população americana.
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