O Jornal Opção publicou uma série de editoriais sobre o principal problema geopolítico entre os Estados Unidos (potência dominante) e a China (potência emergente). (Vale ressalvar que os Estados Unidos “venceram” a União Soviética, que acabou em 1991, não pelas armas, e sim pela economia.) Um dos editoriais, publicado em 7 de março deste ano, tem o título de “Irã é a arvore mas o problema dos Estados Unidos é a floresta — a China” ( https://tinyurl.com/423uypey ). O Jornal Opção apresenta o pensamento de Graham Allison.
O professor de História Aplicada de Harvard sugere que Estados Unidos e China, hoje em plena guerra comercial, podem ir às vias de fato, ou seja, ao conflito armado. Mas isto pode ser evitado, sugere o autor do livro “A Caminho da Guerra — Os Estados Unidos e a China Conseguirão Escapar da Armadilha Tucídides?” (Intrínseca, 416 páginas). O especialista Matias Spektor, da Fundação Getúlio Vargas, ressalta que “a política de Trump de fechamento do comércio para promover a industrialização do país foi muito atacada pela Suprema Corte dos Estados Unidos” Há um ano, em 12 de julho de 2025, o Jornal Opção publicou o editorial “Problema dos Estados Unidos não são Brasil e Lula.
É o avanço incontornável da China de Xi Jinping” ( https://tinyurl.com/39zy6jka ). Enfatiza-se: “País asiático tem inteligência artificial, carros elétricos modernos, um Banco Mundial, a melhor faculdade de engenharia do mundo e os supercomputadores mais rápidos. O dólar vai perder seu reinado?” Flávio Bolsonaro e Donald Trump: o americano abomina perdedores; é o recado para o brasileiro | Foto: Divulgação Há mais de um ano, em 25 de janeiro de 2025, o Jornal Opção publicou o editorial “É a China, estúpido!
Guerra de Trump não tem a ver com Rússia, Brasil, México, Canadá, Panamá e Groenlândia”. O jornal sublinhou: “Potências dominantes e potências emergentes costumam batalhar com armas. China opera para vencer no plano econômico, mas Donald Trump está irado, mordendo”.
Os Estados Unidos ganharam um poderoso concorrente econômico, político e, relevante, bélico. Em termos armamentistas, nem a Rússia — dona de um arsenal nuclear considerável — tem condições de enfrentar o país presidido por Donald Trump. Mas a China reúne condições suficientes para um combate de destruição total.
A história prova que nenhuma potência hegemônica cai sem lutar. De 16 casos de conflitos entre potências dominantes e potências emergentes examinados por Graham Allison, doze foram à guerra. Uma guerra de destruição em massa.
Trump olha o Brasil e vê a China O tarifaço do governo dos Estados Unidos tem a ver menos com o Brasil e mais com todo o mundo, sobretudo com a disputa comercial e geopolítica com a China de Xi Jinping. No domingo, 19, o Jornal Opção publicou o artigo “Tarifaço: diplomata diz que o Brasil precisa entender que o mundo mudou e os EUA adotaram a lei da selva” ( https://tinyurl.com/4ukt93vb ). Lula da Silva e Xi Jinping: os EUA querem separar os quase siameses | Foto: Ricardo Strucket/PR Ex-embaixador em Washington, Rubens Barbosa postula que, “mais do que uma questão política ou comercial específica”, o tarifaço tem a ver com “uma mudança da posição americana quanto a sua política comercial para todo o mundo”.
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