Os produtos, até então, só cabiam no porta-malas de um carro. O investimento inicial foi de R$ 3 mil e foi dividido igualmente entre dois sócios. Uma década depois, a Pamonha Doce, que é uma head shop, reúne quatro lojas e uma operação atacadista em Goiás.

São pelo menos 18 pessoas dependem diretamente do negócio. Os produtos, até então, só cabiam no porta-malas de um carro. O investimento inicial foi de R$ 3 mil e foi dividido igualmente entre Matheus França e Hernanio Coelho.

Uma década depois, a Pamonha Doce, uma head shop, reúne quatro lojas e uma operação atacadista em Goiás. São pelo menos 18 pessoas que dependem diretamente do negócio. Parte dos antigos funcionários passou a integrar a sociedade das unidades.

Entre esses dois momentos, a empresa precisou aprender a preservar o caixa, organizar informações financeiras, selecionar trabalhadores e reconhecer quando uma ideia deveria ser abandonada. A trajetória da marca ajuda a compreender uma transformação que vai além da abertura de novas lojas: quando o empreendimento deixa de depender apenas do esforço dos fundadores e passa a exigir uma estrutura capaz de sustentar o trabalho de outras pessoas. Nesse processo, decisões administrativas interferem tanto na continuidade da empresa quanto na renda de quem participa dela.

Antes da primeira unidade física, Matheus França – hoje sócio-fundador da Pamonha Doce – guardava os produtos no próprio carro e fazia entregas para colegas da faculdade.