O Departamento de Políticas de Substâncias Psicoativas dos EUA (DEA) divulgou ontem transcrições completas de sua audiência final sobre a reclassificação do cânhamo, defendendo a manutenção da classificação atual da substância.

Argumentos do DEA

O órgão afirmou que a evidência científica disponível não aponta para benefícios terapêuticos suficientes para justificar a mudança de categoria do cânhamo, destacando a falta de dados robustos sobre efeitos adversos a longo prazo e a necessidade de mais estudos controlados.

Reações do setor

Organizações de pesquisa e associações de medicamentos naturais reiteraram que a demanda por produtos com o canabidiol (CBD) cresceu nos últimos anos, mas ressaltaram que a decisão deve considerar dados clínicos e não apenas pressões políticas ou comerciais.