A bola Trionda, que será utilizada na Copa do Mundo de 2026, desenvolvida pela Adidas, é equipada com sensores e inteligência artificial, além de um sistema de carregamento. Essa tecnologia já teve um papel decisivo em duas partidas do torneio, mostrando sua importância para a precisão nas decisões em campo.
O principal recurso da Trionda é um sensor de movimento que transmite dados em tempo real para o sistema de Árbitro Assistente de Vídeo (VAR). Com isso, os árbitros conseguem monitorar cada movimento da bola com precisão durante os jogos, o que pode influenciar diretamente os resultados.
O sensor que equipa a Trionda é alimentado por uma bateria, permitindo seu funcionamento contínuo. Essa inovação, no entanto, não é inédita, uma vez que já estava presente na Al Rihla, a bola utilizada na Copa de 2022, no Catar.
Entre as tecnologias que a Trionda apresenta, estão:
- chip com sensor que detecta o toque a uma frequência de 500 Hz;
- contrapesos distribuídos pela bola para equilibrar o peso do chip;
- superfície texturizada que aumenta a precisão do jogo.
Jogos em que o sensor foi necessário
- Portugal 2 X 1 Croácia – nesta partida, o sensor captou um toque no cabelo de um atacante croata antes da bola chegar a um companheiro em posição de impedimento. Como resultado, o gol foi anulado e Portugal avançou para as quartas de final;
- Suécia 5 X 1 Tunísia – na fase de grupos, um gol da Suécia foi anulado por impedimento. Entretanto, após análise dos dados, foi verificado que um toque na bola deixou o jogador Mattias Svanberg em condição legal, resultando na validação do gol.
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