Como africanos podem competir com Shein e Temu? A chegada de Shein e Temu ao mercado africano está mudando o comportamento de compra dos consumidores jovens nas cidades.

Com preços baixos, seleção vasta e marketing agressivo nas redes sociais, as empresas chinesas estão se tornando referências para compras online. Em South Africa, Shein lançou-se em 2020 e Temu em 2024, gerando bilhões de rand em vendas e representando 37% das vendas online no setor de moda.

Segundo um estudo, essas plataformas já resultaram em perdas de cerca de 8.100 empregos no país, com riscos adicionais de 34.000 empregos até 2030. O South African Clothing and Textile Workers' Union (SACTWU) vê isso como uma ameaça crescente para o setor local.

Expertos afirmam que a competitividade de preços é um grande desafio para pequenas lojas africanas, especialmente aquelas que usam materiais de alta qualidade e padrões mais altos.