Neste verão, considerado o mais quente desde 1894, 65% dos americanos afirmam que as mudanças climáticas estão aumentando o risco de doenças respiratórias e de doenças relacionadas ao calor, segundo pesquisa do Centro de Política Pública Annenberg da Universidade da Pensilvânia.

Impacto direto nas vidas cotidianas

Setenta e seis por cento dos entrevistados relataram que o calor extremo afetou suas atividades diariamente pelo menos algumas vezes no último ano. Além disso, 38% disseram que a qualidade do ar ruim, resultante da fumaça de incêndios florestais, também interferiu em suas rotinas.

A pesquisa também revela que 44% dos americanos vivem em áreas classificadas como insalubres em termos de ozônio ou partículas poluentes, conforme informado pelo American Lung Association.