O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que as emissoras de rádio e TV, beneficiárias de outorga pública, têm o dever de imparcialidade e equidistância perante os candidatos nas eleições. Isso não impede que elas tecerem críticas a alguns deles, mas proíbe que ajudem ou prejudiquem-os.

Percepção errônea

O diretor da Rádio Jovem Pan, Antonio Augusto Amaral de Carvalho Filho, o Tutinha, apresentou a percepção de que a imparcialidade se restringe à oferta idêntica de espaço e que não há imposição de imparcialidade na lei, nem no período eleitoral ou não.

Não é bem assim

O ministro Floriano de Azevedo Marques, em voto-vista, decidiu fazer esclarecimentos sobre o tema, reafirmando que as emissoras devem ser imparciais e equidistantes.