Na quarta-feira (24), a Venezuela foi atingida por dois poderosos terremotos, com magnitudes de 7,5 e 7,2, que derrubaram prédios e casas, além de deixar um rastro de destruição e sofrimento. Até o início da tarde desta quinta-feira (25), 235 mortes haviam sido confirmadas e cerca de 41 mil pessoas estavam desaparecidas, de acordo com informações não oficiais.
Embora os tremores tenham causado uma devastação significativa, eles não estão entre os maiores da história. Vale lembrar que três dos tremores mais intensos registrados ocorreram na América do Sul, revelando a atividade sísmica intensa da região.
Histórico de grandes terremotos na América do Sul
O maior terremoto já documentado na história ocorreu em 1960, na cidade de Valdivia, no sul do Chile, com uma magnitude de 9,5. Esse evento trágico resultou na morte de aproximadamente 1.655 pessoas e gerou um tsunami que afetou diversas localidades do Pacífico, incluindo o Havaí, Japão e Filipinas.
Outro grande terremoto ocorreu em 2010, também no Chile, com magnitude de 8,8. Este tremor deixou 523 mortos e cerca de 800 mil desabrigados, causando estragos em várias cidades, como Concepción e Talcahuano. Além disso, um tremor de 8,8 em 1906, na fronteira entre Equador e Colômbia, também gerou um tsunami que vitimou entre 500 e 1.500 pessoas.
A sequência de desastres naturais na América do Sul destaca a necessidade de preparação e resposta a emergências, principalmente em países com histórico de atividade sísmica. Enquanto isso, a população venezuelana vive um momento de luto e busca por sobreviventes entre os escombros.
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