Em um marco emocional para o futebol argentino, há exatamente dez anos, Lionel Messi anunciou sua aposentadoria da seleção após a frustração de perder a final da Copa América para o Chile, nos Estados Unidos. Naquela ocasião, Messi revelou sua tristeza e a sensação de que sua trajetória com a equipe nacional chegava ao fim.

"No vestiário pensei que acabou para mim a seleção, não é para mim. É o que sinto agora, é uma tristeza grande que volto a sentir. Foram quatro finais, infelizmente não consegui. Era o que mais desejava", disse o jogador em 26 de junho de 2016.

Contudo, dois meses depois, Messi voltou atrás em sua decisão e retornou à seleção. Desde então, sua carreira com a camisa alviceleste tomou um novo rumo, marcado por vitórias e recordes.

Na Copa do Mundo de 2026, Messi alcançou a consagração como o maior artilheiro da história da competição, superando o recorde de Miroslav Klose. Com 18 gols, o jogador se destacou ao marcar três vezes contra a Argélia e duas contra a Áustria.

Além disso, Messi é o atleta que mais participou de Copas do Mundo, com 28 jogos e 26 contribuições diretas para gols, sendo 18 gols e 8 assistências.

A trajetória de Messi também inclui a conquista da Copa América em 2021, o primeiro título da seleção desde 1993, e a vitória na Finalíssima em 2022 contra a Itália. A Argentina, sob a liderança de Messi, acumulou 36 jogos sem derrotas antes de conquistar o título mundial em 2022.

Com a seleção em boa forma, a Argentina se prepara para enfrentar a Jordânia neste sábado, buscando manter o ritmo antes da disputa pelo tetracampeonato mundial.