A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não só freou a guinada à direita na América Latina, mas se tornou também um ponto de inflexão para os Estados Unidos em sua doutrina na região.

O presidente dos EUA, Donald Trump, que retornou à presidência em janeiro de 2025, buscou ampliar a influência de Washington na América Latina e reivindicou o retorno da Doutrina Monroe, buscando proteger o continente da China.

Operações e pressões

Desde o início de 2025, o governo Trump declarou apoio a nomes da direita em eleições na Colômbia, Peru, Honduras, Costa Rica e Argentina, além de lançar operações militares e transferir recursos para a região.

Analistas acreditam que a Casa Branca agora buscará 'driblar' o Brasil para seguir ampliando sua Doutrina Monroe na América Latina.