Adair Meira, presidente da Fundação Pró-Cerrado, foi preso sob suspeita de lavagem de dinheiro
R$ 141 milhões e uma pergunta direta: Ronaldo Caiado (PSD) enfrentou críticas no Jornal da Record ao ser questionado sobre quatro contratos, que somam R$ 141,5 milhões, firmados em seu governo com a Fundação Pró-Cerrado. O presidente da entidade, Adair Meira, foi preso em investigação da Polícia Civil de São Paulo sob suspeita de participação em esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC.
Policiais investigam lavagem: A investigação aponta Adair como interlocutor de João Gabriel de Mello Yamawaki, apontado como operador do 4TBank. Segundo relatório policial divulgado pela imprensa, entidades e empresas ligadas a Meira teriam sido utilizadas para movimentar e misturar recursos lícitos e ilícitos. A defesa de Adair nega irregularidades e vínculo com organizações criminosas.
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