MC Pipokinha Divulgação / Facebook da artista A Justiça condenou a cantora Doroth Helena de Sousa Alves, conhecida como MC Pipokinha, e outras quatro pessoas envolvidas na realização do evento “Esquenta do Magrão”, em Corumbá (MS), ao pagamento de R$ 162,1 mil por danos morais coletivos. Segundo a decisão, MC Pipokinha fez uma apresentação com conteúdo sexual explícito em espaço público, assistida por adolescentes, incluindo jovens de cerca de 14 anos. (entenda o que aconteceu) Aos 28 anos, a cantora catarinense cresceu em Tubarão (SC) e atualmente mora em São Paulo.
Ela ganhou destaque no funk de rua, estilo conhecido como “mandelão”, com letras ousadas e apresentações marcadas por movimentos sexuais e interação com o público. Entre as músicas que ajudaram a projetar a cantora estão “Bota na Pipokinha”, “Eu sou a MC Pipokinha” e “Tira as Crianças da Sala”. Em entrevista, a cantora já explicou que a proposta de seu trabalho é levar para o palco as histórias contadas nas músicas.
“É como se a história fosse a música, e o que eu apresento no meu espetáculo fosse um teatro”, afirmou. Ela definiu o espetáculo como “um musical da putaria”. Nos shows, dançarinos interagem com fãs que se voluntariam para participar, com tapas e movimentos pélvicos.
Pipokinha costuma aparecer de coroa e se apresentar como “rainha da putaria”. As cenas, que a cantora afirma serem consentidas pelos fãs, repercutiram nas redes sociais. O show explosivo da Pipokinha O mentor do 'Bum bum, tam tam' A cantora tem contrato com a produtora de funk paulista Novo Império.
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