Nesta quinta-feira (10), Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, especialistas afirmam que é necessário conversar abertamente sobre o tema durante os tratamentos. Para profissionais ouvidos pela Agência Brasil, há sinais de risco que devem deixar pacientes, familiares e amigos atentos.
Signos de risco
Esses sinais incluem desesperança, sensação de estar sem saída, afastamento das pessoas, aumento do uso de álcool ou mudanças importantes de comportamento. Falas relacionadas à morte ou a não querer mais viver devem ser motivo de atenção e procura de ajuda.
Tratamento e intervenção
A psiquiatra Katia Branco, supervisora do Grupo Pro-Amiti do Hospital das Clínicas de São Paulo, afirma que a ideação suicida deve ser tratada de forma mais aberta tanto no consultório quanto nos grupos terapêuticos. Com manejo adequado, podemos reduzir o risco e tentar ajudar os pacientes.
Ela lembra que os pacientes, quando buscam ajuda por causa da ludopatia, na maioria das vezes já chegam com o humor deprimido. Estão extremamente ansiosos em virtude dos prejuízos que têm por causa dos jogos. Há quem tenha pensamentos de morte e, no caso, os mais graves já com a ideação suicida em virtude dos prejuízos financeiros que têm.
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