O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central) encerrou o 1º semestre de 2026 com um crescimento acumulado de 1,5% ante o mesmo período do ano passado. O resultado demonstra uma trajetória de crescimento da economia na 1ª metade do ano, consolidando um avanço diante da volatilidade mensal, que em junho registrou um recuo de 0,6% ante maio. Na análise setorial do acumulado de janeiro a junho, os Serviços lideraram a expansão com alta de 2,0%.

Eis os setores e seus percentuais no primeiro semestre de 2026, em ordem decrescente: serviços – 2,0%; impostos – 1,2%; agropecuária – 1,1%; indústria – 0,8%. Ao observar a série com ajuste sazonal para medir o ritmo trimestral, a atividade econômica no 2º trimestre de 2026 apresentou uma leve elevação de 0,2% ante o 1º trimestre. A alta no trimestre ocorreu apesar do recuo registrado pelo indicador em junho.

Na comparação direta entre junho de 2026 e o mesmo mês de 2025, sem ajuste sazonal, o indicador apresentou uma alta de 2,4%. O QUE É O IBC-BR O IBC-Br é considerado uma prévia do PIB (Produto Interno Bruto), embora tenha metodologia diferente da utilizada pelo IBGE. O indicador busca medir o ritmo da atividade econômica brasileira e reúne informações sobre os setores de agropecuária, indústria e serviços.

AJUSTE SAZONAL O ajuste sazonal retira da série os efeitos que se repetem em determinados períodos do ano, como mudanças na produção e no consumo.