A presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região (TRT-13), Hermenegilda Leite, classificou o assédio eleitoral como 'situação intolerável e inaceitável'. Desde o resultado do segundo turno das eleições, no último domingo, o tribunal vem recebendo denúncias sobre ameaças e demissões relacionadas a divergências políticas.

Denúncias e impacto

Segundo Hermenegilda Leite, essas denúncias estão ocorrendo de forma reiterada e não esperada, pois o assédio eleitoral geralmente começa antes e durante as eleições, mas as denúncias pós-eleição são particularmente preocupantes.

A Auditoria-Fiscal do Trabalho (AFT), vinculada ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), alerta que ameaças por preferências político-eleitorais podem configurar infrações à legislação trabalhista e resultar na autuação dos responsáveis.