Os pesquisadores da Universidade da Geórgia identificaram vários genes que permitem a regeneração total do cérebro em planícies, animais simples capazes de reconstruir suas estruturas cerebrais após lesões.
Planícies e humanos: comparação
Planícies e humanos possuem células nervosas especializadas chamadas neurônios, que se comunicam enviando sinais elétricos ou químicos. No entanto, enquanto planícies usam células-tronco para substituir neurônios após lesões, os humanos têm células-tronco que não conseguem transformar-se em novos neurônios de forma eficaz para reparar danos.
A pesquisa, publicada na revista Nature Communications, identificou cerca de uma dúzia de genes responsáveis por instruir as células-tronco a se tornarem neurônios produtores de dopamina e direcioná-los para as áreas corretas do corpo da planilha.
Dopamina e regeneração
A dopamina, conhecida como 'química do bem-estar', desempenha um papel crucial na comunicação entre neurônios e no controle do movimento. Pessoas com baixos níveis de dopamina podem experimentar tremores e rigidez, como no caso da doença de Parkinson.
Quando os pesquisadores inativaram alguns desses genes, as planícies tiveram dificuldades em formar novos neurônios produtores de dopamina e apresentaram movimentos lentos, semelhantes aos efeitos da baixa dopamina em humanos e outros mamíferos.
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