A maior marca de roupas esportivas do planeta, batizada em homenagem à antiga deusa grega da vitória, vem sofrendo perdas ultimamente. Getty Images via BBC Os últimos anos têm sido difíceis para a Nike. A maior marca de roupas esportivas do planeta, batizada em homenagem à antiga deusa grega da vitória, vem sofrendo perdas ultimamente.
Perdendo vendas, perdendo clientes e ficando para trás em relação aos concorrentes. A empresa que outrora revolucionou o setor agora faz parte do grupo tradicional de empresas que dominam o mercado, e está no meio de um complexo plano de reestruturação para manter sua posição dominante. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem?
Mande para o g1 Os resultados financeiros mais recentes da Nike mostram sinais de que a estratégia de reestruturação implementada pelo veterano da empresa, Elliott Hill, que foi convencido a sair da aposentadoria há cerca de dois anos para liderar a companhia, está funcionando – mas o ritmo da mudança é mais de maratona do que de corrida de velocidade. No entanto, sua recuperação foi prejudicada pela perda do astro do futebol Kylian Mbappé, que encerrou sua associação de 20 anos com a marca na semana passada para se juntar à concorrente suíça On, que está em rápido crescimento. Agora no g1 A saída do atacante do Real Madrid levanta a questão de se a Nike conseguirá se manter como a principal marca não apenas para atletas de elite, mas também para os fãs que os idolatram.
Para sermos claros, a Nike ainda é uma megamarca e popular no mundo todo.
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