O ministro da Educação da Índia, Dharmendra Pradhan, anunciou sua renúncia no sábado, 25 de julho de 2026, após uma série de protestos em todo o país, organizados por jovens que exigiam reformas no sistema educacional e responsabilização por supostas irregularidades em exames. A pressão veio do movimento Cockroach Janta Party (CJP), que mobilizou manifestantes nas redes sociais.

As manifestações começaram em resposta a denúncias de vazamentos de provas, incluindo exames de entrada para cursos de medicina. Os protestos, que se tornaram um dos maiores desafios ao governo do Primeiro-Ministro Narendra Modi desde as mobilizações dos agricultores em 2021, exigiam reformas educacionais, compensações para os estudantes afetados e a retirada de processos judiciais contra os manifestantes.

Apoio do governo e defesa de Pradhan

Em uma declaração nas redes sociais, o ministro do Interior, Amit Shah, defendeu Pradhan horas após sua renúncia, afirmando que o bem-estar da juventude e dos estudantes é mais importante do que qualquer cargo. Shah destacou que a atitude de Pradhan em renunciar reflete esse princípio. Ele também reiterou o compromisso do governo em implementar reformas necessárias para combater vazamentos de provas.

Shah enumerou as iniciativas de Pradhan durante seu mandato, ressaltando seus esforços para tornar o sistema de exames mais inclusivo e centrado nos estudantes. Em sua declaração de renúncia, Pradhan disse que assumiu a responsabilidade pelo vazamento das provas desde o início e decidiu renunciar para evitar que forças