Mãe busca responsabilizar apostas e influenciadores após morte do filho
A professora Vânia de Souza Borges, de Uberlândia, busca responsabilizar plataformas de apostas e influenciadores digitais após a morte de seu filho, Rafael Borges Amaral, de 26 anos, em 2024. Ao acessar as redes sociais e e-mails do filho, Vânia encontrou uma série de mensagens publicitárias oferecendo bônus e convites para apostas, que continuaram chegando mesmo após sua morte.
Para Vânia, essas propagandas não são apenas anúncios, mas uma representação da dependência que afetou Rafael. "Depois que o Rafael morreu, todos os dias chegavam dezenas de propagandas de apostas no celular e no e-mail dele. Foi muito triste perceber que ele era bombardeado o tempo todo por esse tipo de conteúdo", contou.
Rafael, segundo a mãe, era uma pessoa alegre e cheia de planos, mas sua vida começou a mudar com a introdução das apostas on-line. O que se seguiu foram dificuldades financeiras, isolamento e um quadro depressivo. Vânia acredita que influenciadores digitais desempenham um papel crucial nesse cenário, ao transmitir uma falsa expectativa de lucro, seduzindo novos apostadores com a ideia de que ganhar dinheiro é fácil. "Seduzem e fazem parecer que ganhar dinheiro é fácil", afirmou.
Marcas de agressão em aluna levam a prisão de padrasto
Em um caso de agressão, um homem de 22 anos foi preso em flagrante por lesão corporal na sexta-feira (10) em Patos de Minas. A prisão ocorreu após uma professora perceber marcas de agressão nas costas da enteada dele, de apenas 6 anos, durante uma aula de educação física.
Segundo a Polícia Militar, a professora identificou os ferimentos e imediatamente acionou as autoridades. As marcas apresentavam características de golpes de mangueira. A menina relatou que as agressões eram frequentes e que seu padrasto a agredia com uma mangueira de chuveiro. O padrasto, por sua vez, negou as acusações, alegando que apenas "corrigia" a enteada.
Acidente com cola resulta em atendimento médico
Um incidente inusitado aconteceu em 1º de julho, quando um homem de 50 anos confundiu um frasco de cola instantânea com um de colírio e aplicou a cola em seu olho direito. O acidente ocorreu em Paracatu, onde o homem carregava os dois frascos no mesmo bolso.
No hospital, a confusão continuou. Ele confundiu álcool com água e aplicou o produto em seu rosto. A equipe médica conseguiu remover a cola e descolar as pálpebras sem complicações, e o paciente recebeu alta logo após o atendimento. A Prefeitura de Paracatu informou que o homem deveria retornar ao hospital para acompanhamento, mas até a última atualização, ele não havia comparecido à unidade de saúde.
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