Homem suspeito de arrombar Policlínica é preso

Suspeito era responsável por arrombamentos em comércios no Centro de Campina Grande.

A Polícia Civil da Paraíba prendeu, no último domingo (13), um homem de 21 anos suspeito de praticar uma série de arrombamentos a comércios no Centro de Campina Grande, no Agreste da Paraíba. O investigado é apontado como responsável por invadir pelo menos nove estabelecimentos entre os meses de julho e setembro.

Segundo as investigações, o suspeito costumava utilizar prédios públicos antigos na região central, escalava os telhados e rompia coberturas e forros de drywall para entrar nos imóveis vizinhos. Entre os alvos recentes estão uma clínica privada e a Policlínica Francisco Pinto, arrombadas em um intervalo de 48 horas.

O homem foi preso após o cumprimento de um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça. Ele vive em situação de rua e é usuário de drogas. Ele já havia sido preso em flagrante cinco vezes por crimes patrimoniais nos últimos meses, mas acabou liberado em audiências de custódia.

Diante da frequência dos crimes, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva, que foi aceita pela Justiça. O homem foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

Agora no g1

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos nos arrombamentos registrados na região central de Campina Grande.

Policlínica foi arrombada quatro vezes em uma semana

A Policlínica Dr. Francisco Pinto, localizada no Centro de Campina Grande, registrou quatro ocorrências de arrombamento em uma semana, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. A ocorrência mais recente foi registrada no dia 16 de agosto, quando equipes da polícia foram ao local para realizar a perícia e os procedimentos necessários à investigação.

De acordo com informações preliminares da Secretaria de Saúde, os suspeitos teriam acessado a Policlínica pelas dependências do antigo Fórum Afonso Campos, na Avenida Floriano Peixoto, ao lado da unidade.

O imóvel está cedido ao Governo da Paraíba, mas encontra-se desocupado. Segundo a Secretaria de Saúde, a situação tem facilitado o acesso de criminosos à Policlínica e a estabelecimentos comerciais localizados no mesmo quarteirão.