Jairdes Rodrigues, um pequeno pecuarista em Rondônia, iniciou uma experiência inovadora há quase 43 anos. Com a colocação de 50 galinhas-d’angola na pastagem, ele notou uma redução significativa de carrapatos, cigarrinhas e formigas, além de um melhor desenvolvimento dos animais de corte.

Expansão do plantel

Com o tempo, o número de galinhas-d’angola aumentou para cerca de 500 aves, com a propriedade capaz de abrigar até 250 bovinos. A produção de leite também teve aumento, chegando a cerca de 450 litros por dia.

Embora a experiência tenha despertado interesse entre outros produtores, especialistas alertam para o uso cauteloso dessas aves como ferramenta de controle de pragas, destacando a necessidade de combinar com medidas veterinárias adequadas.