A inteligência artificial pode elevar a produtividade europeia em cerca de 1% ao longo de cinco anos, mas corre o risco de ampliar a desigualdade, sobrecarregar as redes de energia e aumentar a dependência de tecnologia estrangeira, a menos que os governos aprofundem a integração econômica, diz documento do Fundo Monetário Internacional. A nota, elaborada para uma reunião informal dos ministros das Finanças da União Europeia em Dublin, nos dias 18 e 19 de setembro, informou que os benefícios e custos da IA provavelmente serão distribuídos de forma desigual entre países, regiões e trabalhadores. Notícias relacionadas: Groenlândia e Dinamarca dizem que acordo com EUA não cederá soberania.
Brasil no Mundo debate disputa entre EUA e China pela liderança em IA. Lula pode se encontrar com prefeito de Nova York nos EUA. O documento afirma que a conclusão do mercado único da UE ajudaria a difundir a adoção da IA e seus ganhos de maneira mais uniforme entre os 27 países do bloco.Também ecoa as preocupações levantadas pelo ex-presidente do Banco Central Europeu Mario Draghi e pela Comissão Europeia de que os mercados fragmentados de capital, trabalho e energia da Europa estão impedindo o investimento e a inovação.
O FMI estimou que cerca de 60% dos trabalhadores nas economias europeias avançadas estão empregados em ocupações altamente expostas à IA. Embora alguns possam se tornar mais produtivos por meio de ferramentas de IA, outros correm o risco de serem deslocados à medida que tarefas rotineiras são automatizadas, afirmou o documento, particularmente em empregos onde é mais provável que a IA substitua a mão de obra do que a complemente.
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