O Estados Unidos é atualmente o maior produtor de energia nuclear do mundo, responsável por cerca de um terço da produção global. No entanto, a indústria nuclear americana está envelhecendo rapidamente. A maioria dos reatores norte-americanos são modelos genéricos II, construídos antes de 2000, e a média de idade dos reatores é de 44 anos, quando a maioria foi licenciada para funcionar por 40 anos.

No último decênio, os EUA adicionaram apenas uma nova usina nuclear – a controversa Plant Vogtle em Georgia. Em contraste, China expandiu sua capacidade nuclear em 34 gigawatts durante o mesmo período. A China está em vias de se tornar a maior produtora de energia nuclear do mundo nos próximos cinco anos.

Desafios na expansão nuclear nos EUA

Atrasos e custos elevados em projetos de usinas nucleares, como o Plant Vogtle, têm sido um grande obstáculo. Além disso, a burocracia e a complexidade regulatória também dificultam a implementação de novos projetos. A falta de experiência na construção de usinas nucleares modernas é outro fator contribuinte.

Para mudar essa situação, é necessário reconsiderar a abordagem econômica tradicional. Modelos financeiros que focam apenas nos retornos projetados podem não refletir os benefícios a longo prazo da energia nuclear, como segurança energética e bem-estar público. Desenvolver modelos econômicos mais sofisticados pode ajudar a atrair investimentos para novos projetos de energia nuclear.