Foto: Pixabay. A transição entre o fim da seca e a chegada das chuvas é um momento crucial para o manejo do pasto. Segundo o zootecnista Edmar Peluso, as decisões tomadas nesse período podem influenciar diretamente o potencial de produção da fazenda ao longo do período chuvoso.
Com o retorno das chuvas, as forrageiras aceleram o crescimento, mas o produtor precisa preparar a pastagem para aproveitar esse potencial. Peluso explica que o pasto deve chegar ao início das águas com uma altura mais baixa do que a normalmente mantida durante o período chuvoso, mas sem estar excessivamente raspado ou degradado. Saiba mais: Importância do manejo no fim da seca A recomendação está relacionada à capacidade de rebrota da planta.
Um pasto com excesso de palha e talos pode ter mais dificuldade para responder rapidamente às primeiras chuvas. Já uma pastagem adequadamente rebaixada favorece o perfilhamento, formando novas unidades produtivas da planta. “Se eu tenho um pasto, como que ele tem que ser?
Um pouco mais baixo do que aquela altura de águas, não batido, mas um pouco mais baixo, sem excesso de palha, sem excesso de talo”, afirmou Peluso. De acordo com o especialista, o manejo realizado no fim da seca pode fazer com que a propriedade tenha pasto verde mais cedo após o início das chuvas. Com maior número de perfilhos, a planta produz mais folhas e aumenta sua capacidade de suporte.
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