O escritor nunca começa a escrever um romance de ficção científica sem perguntar a cientistas algumas das mais estranhas questões possíveis. Seu próximo livro, intitulado 'Uma Parede Também É Uma Estrada', será lançado em 6 de outubro e apresenta como protagonista um slime mold que também é um estudante de pós-graduação.
Para entender onde o slime mold vive, o autor entrou em contato com Molly Peeples, da Space Telescope Science Institute em Maryland, que fez simulações impressionantes do meio circumbásculo galáctico. Este espaço gásoso, onde orbitam as nuvens magaláticas e outros objetos interestelares, pode suportar uma civilização avançada.
A vida dos slime molds no meio circumbásculo galáctico
O slime mold, chamado Gardenpath, estuda ciências ambientais em uma universidade que flutua acima da nossa placa galáctica, em um gás gaseoso conhecido como meio circumbásculo galáctico. Este espaço esférico abriga nuvens magaláticas, estrelas solitárias, planetas e outros fragmentos interestelares.
O autor decidiu que os slime molds vivem nesse ambiente de baixa pressão, onde os gases são difusos, e isso afeta sua compreensão do que é possível na ciência. Isso explica por que os colegas de Gardenpath acreditam que a placa galáctica, onde vivemos, é inabitável.
Cultura dos slime molds
O slime mold Gardenpath ferve quando seus professores duvidam de sua área de estudo, uma pequena planeta em um braço espiral da Via Láctea. Em vez de expressar raiva emitindo ondas sonoras, eles liberam elétrons, hormônios e outras substâncias químicas, abrindo receptores na membrana para receber respostas. Isso é chamado de sinalização celular na Terra, mas para Gardenpath, é apenas conversa.
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