Nicole Huff, CEO da Wildflower Medical Dispensary em Aberdeen, Mississippi, está planejando recorrer contra uma decisão do Drug Enforcement Administration (DEA) que poderia exigir a demissão de dois funcionários com antecedentes criminais se ela desejar se inscrever para proteções federais em conformidade com o movimento de resclassificação da cannabis pelo governo Trump.

Desafio legal

A dona da dispensária recebeu uma correspondência do DEA informando que, devido às condenações por crimes passados dos dois funcionários, ela teria que escolher entre demiti-los, retirar sua aplicação para proteções federais, buscar uma isenção enquanto fica inabilitada para processos acelerados ou comparecer perante um juiz administrativo.

Huff declarou estar frustrada e decepcionada com a necessidade de remover esses funcionários, que trabalharam para ela por mais de um ano sem problemas.

Opções legais

A correspondência do DEA indicou que Huff poderia optar por isentar-se do processo acelerado e solicitar uma isenção para empregos, o que exigiria uma viagem a Washington, D.C., e uma aparição em tribunal federal. Ou ela poderia retirar sua aplicação para proteções federais.

Huff afirmou que planeja solicitar isenções de emprego para os funcionários em questão e que está disposta a viajar para Washington, D.C., para apresentar seu caso.