O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assistirá à final da Copa do Mundo de 2026 entre Espanha e Argentina, marcada para o dia 19 de agosto. A confirmação foi feita na última quinta-feira pela secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt.
Leavitt destacou que a presença de Trump será o 'toque final' em um torneio que se destacou como a Copa do Mundo mais assistida, segura e bem-sucedida na história do país. O anúncio já havia sido antecipado anteriormente, quando, no final de junho, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, revelou que Trump participaria do encerramento do evento e que juntos entregariam o troféu à seleção vencedora.
Expectativas e ausências de Trump
Embora a presença de Trump na final tenha sido confirmada, sua ausência na partida de abertura da Copa, que ocorreu entre os Estados Unidos e o Paraguai em Los Angeles, gerou especulações. Havia dúvidas sobre sua presença na final, especialmente após a polêmica em torno de sua participação em eventos esportivos, como a final da NBA, onde ele foi vaiado.
O futebol não é tradicionalmente um dos esportes mais populares nos Estados Unidos, mas a participação de um presidente em eventos dessa magnitude é comum. A expectativa é que a presença de Trump na final possa atrair atenção adicional ao evento.
Controvérsias envolvendo Trump e a FIFA
A relação de Donald Trump com a Copa do Mundo é marcada por polêmicas. Um dos episódios mais notáveis ocorreu quando Trump solicitou diretamente a Gianni Infantino que suspendesse um cartão vermelho aplicado a um atacante da seleção americana. O pedido foi aceito pela FIFA, resultando na revogação da decisão do árbitro brasileiro Raphael Claus. O jogador Folarin Balogun, que havia recebido o cartão, foi liberado para jogar contra a Bélgica, que venceu os EUA por 4 a 1.
A retirada do cartão vermelho gerou críticas, principalmente da União Europeia e da UEFA, que enfatizaram que decisões esportivas devem ser tomadas por entidades esportivas, não por políticos. O comissário europeu para assuntos de esporte, Glenn Micallef, afirmou que a influência política nas decisões esportivas prejudica a autonomia do esporte e que o foco deve ser nos desafios de governança que o esporte enfrenta.
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