DDD do telefone: veja o que significa cada código, como eles foram escolhidos e por que eles são diferentes Código presente antes de cada número segue uma lógica pouco conhecida, criada para organizar chamadas e diferenciar regiões do país Basta olhar os dois números do código que antecede um telefone para perceber que cidades vizinhas podem compartilhar a mesma identificação. Outras, mesmo no mesmo estado, utilizam combinações diferentes. DDD significa Discagem Direta a Distância.

Atualmente, a Anatel chama os dois algarismos de Código Nacional: eles identificam uma área geográfica e permitem localizar o destino da ligação sem intervenção de telefonista. Como os números foram distribuídos A organização foi feita em blocos regionais. O primeiro dígito indica grandes grupos: 1 é São Paulo; 2, Rio de Janeiro e Espírito Santo; 3, Minas Gerais; 4, Paraná e Santa Catarina; e 5, Rio Grande do Sul.

O 6 reúne Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Acre e Rondônia. Já o 7 corresponde à Bahia e Sergipe; o 8, a Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí; e o 9, a Maranhão, Pará, Amazonas, Amapá e Roraima. Dentro de cada bloco, o segundo algarismo separa as áreas.

Por isso, Goiás usa 62 e 64, além do 61 em municípios do Entorno do Distrito Federal. Enquanto isso, o Acre aparece como 68 e o Amazonas utiliza 92 e 97. Por que há tantos códigos?

Segundo a Anatel, cada unidade da Federação recebeu um ou mais códigos conforme o tamanho da população. São Paulo, por exemplo, concentra as combinações de 11 a 19. Ao todo, o Brasil possui 67 áreas de DDD.

A diferença evita ambiguidades e ajuda as redes a encaminharem cada chamada ao destino correto. Conforme o regulamento da Anatel, o plano brasileiro segue normas internacionais: código do país — 55 para o Brasil —, código de área e número do assinante. Siga o Portal 6 no Google News e fique por dentro de tudo!