Legalização e registro

Em Missouri, grande parte dos operadores de cannabis local optou por não se registrar junto à DEA, gerando dúvidas sobre as implicações legais e de segurança ([1]). No entanto, a legalização de lounges de cannabis medicinal em Nova York em 2021 levanta expectativas sobre o surgimento de novos estabelecimentos, mas até agora, nenhum está em operação ([9]). Além disso, o salvoconduto para o uso de cannabis medicinal no Brasil foi mantido recentemente, indicando que o país ainda avança em direção à legalização e regulamentação ([10]).

Impacto na saúde

Uma décima dos idosos usou cannabis nos últimos 24 horas, segundo um estudo federal ([5]). Isso sugere que a cannabis medicinal tem um impacto significativo na saúde de diferentes grupos etários. Além disso, uma nova técnica promete evitar cirurgias de troca de joelho, reduzindo significativamente a dor após o procedimento de genicular artery embolization ([4]).

Regulação internacional

A introdução da marca tailandesa Iridescent Med no Reino Unido através da parceria com a empresa SOMAÍ mostra o crescimento do mercado de cannabis medicinal internacionalmente ([2]). No entanto, a regulamentação do CBD no Reino Unido pode ser afetada pelas autorizações da União Europeia, indicando que a regulação da cannabis medicinal ainda enfrenta desafios internacionais ([8]).

Tecnologia e inovação

A introdução da cannabis medicinal pelo Canopy Growth no Reino Unido e a participação do fundador da Bedrocan, uma empresa líder global em cânhamo medicinal, em uma conferência em Frankfurt, mostram o interesse e a inovação no campo da cannabis medicinal ([13] e [12]).

Fontes e leia também