Prince Harry tem sido um defensor de conservação na África desde 2016, quando se envolveu com a African Parks. Ele serviu como presidente da organização antes de se juntar ao conselho em 2023.

Desafios e críticas

No entanto, relatos indicam que ele deixará a African Parks em breve. A organização afirma que a mudança é parte de uma reorganização do conselho. No entanto, um jornalista holandês acredita que a associação entre Harry e African Parks se tornou um fardo para ambos os lados.

A African Parks gerencia 24 áreas protegidas em 13 países africanos, cobrindo mais de 20 milhões de hectares. Seu modelo de negócios inclui a gestão delegada de áreas protegidas por governos africanos, trazendo financiamento internacional e expertise.

Criticismo e investigações

Acusações de abusos de direitos humanos contra a African Parks levaram a investigações e a reconhecimento de algumas violações. Em 2023, membros da comunidade Baka relataram violência e abuso sexual por parte dos rangers da organização em Odzala-Kokoua, Congo.