No ano de 2017, o furacão Maria atingiu Porto Rico com ventos de até 250 km/h. O evento devastou comunidades e infraestruturas, resultando em quase 3.000 mortes e prejuízos bilionários.

Impacto nas espécies invasoras

Entre o dano causado pela tempestade, algumas espécies invasoras não apenas sobreviveram, mas prosperaram. Um exemplo é a Halophila stipulacea, uma espécie de seagrass nativa do Mar Vermelho e Índico, introduzida no Caribe e na costa dos Estados Unidos através de atividades humanas.

Com o passar do tempo, essa espécie invasora rapidamente se recuperou e se espalhou pelas águas rasas do Caribe, dominando algumas áreas. Ela tem o potencial de alterar comunidades de peixes que dependem de diversas espécies de seagrass nativas para refúgio.

Interação entre clima e espécies invasoras

O clima pode não ter causado o furacão Maria, mas esse exemplo ilustra como eventos extremos podem danificar comunidades nativas e criar oportunidades para espécies invasoras se expandirem.