A indústria automotiva britânica está enfrentando um dilema entre os mercados chines e europeus, segundo especialistas.

Desafio de alinhamento

A Grã-Bretanha é um caso único, optando por não aplicar tarifas sobre veículos chineses, enquanto os Estados Unidos bloqueiam praticamente todos os veículos chineses e a União Europeia impõe tarifas de até 45%.

Oficiais da União Europeia alertaram recentemente o secretário Andy Burnham sobre a necessidade de adotar tarifas sobre veículos chineses baratos, caso contrário, o bloco europeu impondrá barreiras protecionistas, prejudicando as exportações britânicas.

Consequências econômicas

Ministros têm resistido a essas exigências, argumentando que tarifas seriam reciprocadas, prejudicando as vendas britânicas na China. Tarifas também aumentariam os preços para motoristas britânicos, que têm optado por modelos mais econômicos chineses.

Investimentos chineses podem ser cruciais para manter a competitividade das montadoras britânicas, enquanto acesso ao mercado europeu é vital para pequenas fabricantes.