O Ministério da Fazenda abriu hoje (26.06.2026) sua Adidância Tributária e Aduaneira da Receita Federal em Pequim, marcando o primeiro passo de uma nova presença diplomática do Brasil no país.

Um novo capítulo na relação com a China

A instalação da adidância é um sinal do governo brasileiro de fortalecer sua presença institucional na China, que é hoje a maior parceira comercial do Brasil.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, destacou que a adidância será uma representação diplomática importante para promover a cooperação em comércio, combate à ilicitar fiscais e intercâmbio de informações aduaneiras e transações financeiras.

Cooperação no combate ao crime organizado

O ministro também destacou que a adidância fortalecerá a cooperação entre os países no combate ao crime organizado, citando como exemplo a adidância brasileira nos Estados Unidos.

"Certamente é preciso cuidar para que dentro dessa movimentação internacional o Brasil não sirva como porta de saída ou porta de entrada para drogas, armas, que é o mais nos preocupa", disse Durigan.

Uma nova presença diplomática

A instalação da adidância se dá 6 meses depois da Polícia Federal inaugurar sua adidância na China.

A adidância será liderada pela subsecretária de Fiscalização da Receita Federal, Andrea Costa Chaves.