No sul do Tocantins, um projeto inovador utiliza bebedouros com câmeras para estudar animais do cerrado. Essa iniciativa, que mistura refrescância com pesquisa, auxilia cientistas a entender melhor os comportamentos dessas espécies.
Tecnologia e natureza em harmonia
O engenheiro florestal Guilherme Henrique explica que cada bebedouro é um buraco no chão cimentado, com capacidade para 200 litros de água. Além disso, são instalados comedouros para atrair pássaros e câmeras trap, que registram a ação.
A câmera trap, conhecida também como armadilha fotográfica, é uma câmera automática ativada por movimento ou calor, ideal para monitorar a vida selvagem sem interferência humana.
Entre as espécies registradas estão veado-mateiro, onça-pintada, lobo-guará e diversas aves. As imagens capturadas permitem que os pesquisadores anotem o movimento da fauna dentro da área de reflorestamento.
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