As Backrooms, um conceito de terror digital que surgiu em 2019, estão se transformando em uma atração turística única e envolvente. Originalmente, a ideia se baseou em uma imagem de salas vazias e iluminadas por fluorescentes, onde a sensação de estar preso em um labirinto monótono gera um clima de inquietação. A popularidade desse universo fictício reflete uma nova forma de turismo digital, onde usuários não apenas observam, mas também colaboram na construção desse mundo imaginário.
O surgimento das Backrooms
O fenômeno das Backrooms começou em um fórum online, onde uma imagem anônima despertou a curiosidade dos internautas. A partir desse ponto, usuários de plataformas como Reddit, TikTok e YouTube começaram a criar narrativas, vídeos e mapas, expandindo a mitologia desse espaço. A produção de conteúdo é intensa, com o uso de imagens e histórias que retratam corredores com papel de parede amarelo e ambientes de escritório vazios, que parecem existir além da realidade.
A influência de Kane Parsons
Um dos responsáveis por popularizar as Backrooms é o cineasta Kane Parsons, que transformou imagens de baixa resolução em vídeos de “found footage” imersivos. Seus trabalhos ajudaram a estabelecer o conceito como um dos ambientes de terror mais reconhecíveis nas redes sociais. Atualmente, Parsons está adaptando as Backrooms para um longa-metragem de terror, o que pode potencializar ainda mais o interesse pelo tema.
Um novo tipo de turismo digital
A crescente popularidade das Backrooms pode ser vista como uma forma de
Comentários (0)
Entre ou cadastre-se para comentar.