Após uma virada emocionante contra o Egito, a seleção argentina se mantém firme na busca pelo bicampeonato mundial, e os jogadores revelam que a motivação vai além do título: é a chance de estender a carreira de Lionel Messi na Copa do Mundo.
Virada histórica e apoio ao capitão
No confronto das oitavas de final, realizado em Atlanta, Messi desempenhou um papel crucial ao marcar um gol e fornecer uma assistência, levando a Argentina a uma vitória por 3 a 2. O meia Leandro Paredes destacou a importância do apoio ao capitão, enfatizando que o elenco está determinado a fazer com que Messi sinta-se amparado e motivado até o final do torneio.
“Dissemos muitas coisas para ele. Tratamos de abraçá-lo, para que sinta que vamos estar com ele até o final. Para nós, é uma vantagem tê-lo conosco. Nós também jogamos para que o último jogo dele não chegue nunca”, afirmou Paredes.
Desempenho notável de Messi
Aos 39 anos, Messi já sinalizou que esta pode ser sua última participação em Copas do Mundo. Até o momento, ele tem se destacado, marcando em todos os jogos da Argentina nesta edição, totalizando oito gols e se consolidando como o artilheiro do torneio. Além disso, ele se tornou o maior goleador da história das Copas, com 21 gols registrados.
O impacto de Messi foi evidente durante a partida contra o Egito, onde sua habilidade foi fundamental para evitar a eliminação da Argentina. Após um cruzamento preciso que resultou em um gol de Romero, Messi empatou o jogo com um chute certeiro, enquanto Enzo Fernández garantiu a vitória.
Inspiração dentro e fora de campo
O meia Rodrigo De Paul, que compartilha a trajetória de Messi tanto na seleção quanto no Inter Miami, ressaltou a importância da presença do craque. “Por tudo que ele transmite, além do que faz dentro do campo. Nos toca como capitão, nos toca muito forte no sentimental”, comentou De Paul, referindo-se à forma como Messi inspira seus companheiros.
Com essa motivação, a Argentina se prepara para enfrentar a Suíça nas quartas de final, marcada para o próximo sábado em Kansas City. A equipe, sob o comando de Lionel Scaloni, almeja alcançar um feito raro na história das Copas, onde apenas Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) conquistaram títulos consecutivos.
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