Anápolis apresentou um crescimento significativo na geração de empregos, com a criação de 2.853 novas vagas entre janeiro e maio de 2026, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Este resultado representa um aumento de 20% em comparação ao mesmo período de 2025, consolidando a cidade como a segunda maior geradora de empregos do estado de Goiás.
Desempenho do mercado de trabalho em Anápolis
No acumulado dos cinco primeiros meses de 2026, Anápolis registrou 31.336 admissões contra 28.483 desligamentos, evidenciando um saldo positivo no mercado de trabalho. Em 2025, no mesmo intervalo, foram 2.367 novos postos criados, com 30.117 admissões e 27.721 desligamentos. A capital, Goiânia, lidera o ranking estadual com 7.025 novas vagas, enquanto Cristalina ocupa a terceira posição com 2.733.
Setores que impulsionaram a criação de vagas
A indústria se destacou como o principal motor da geração de empregos em Anápolis, com um saldo de 847 novas vagas, mantendo resultados positivos ao longo dos cinco meses. O setor de serviços também contribuiu de forma significativa, com 767 novas contratações, embora seu desempenho tenha variado ao longo dos meses. A construção civil registrou a criação de 368 empregos, enquanto o comércio adicionou 143 postos formais. A agropecuária, apesar de sua menor participação na economia local, teve um saldo positivo de nove vagas.
Apesar do saldo positivo, os dados indicam uma desaceleração na criação de novas vagas nos últimos meses. Anápolis registrou 764 novos postos em fevereiro, mas esse número caiu para 574 em março, 468 em abril e 385 em maio. Embora a cidade mantenha um desempenho favorável na geração de empregos, a tendência de queda na criação de vagas nos últimos meses poderá sinalizar uma necessidade de atenção por parte das autoridades locais.
Atualmente, o setor de serviços continua a empregar a maior parte da força de trabalho em Anápolis, com 45.923 trabalhadores formais, seguido pela indústria com 41.081, comércio com 23.145 e construção civil com 5.924. A agropecuária, por sua vez, emprega 867 pessoas de maneira formal.
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