Dispositivo inteligente Echo Show 8, da Amazon, com receita na tela e o nome do autor da reportagem. Henrique Martin/g1 A Alexa+ finalmente acertou meu nome. Depois de me chamar de “Henque”, “Renque”, “Henquique” e outras variações (veja no vídeo mais abaixo), a assistente da Amazon passou a dizer corretamente: “Olá, Henrique, bom dia.
Como posso ajudar?”. Pode parecer um detalhe, mas o episódio ajuda a mostrar o que mais chama atenção na nova fase da Alexa com inteligência artificial: a tentativa de soar mais natural e próxima do usuário. Ou que algum desenvolvedor tomou uma bronca e corrigiu o problema após meu primeiro teste com a plataforma.
Mistérios da tecnologia cuja resposta nunca saberei. Após usar a assistente apenas por voz, troquei o aparelho de testes. Saí de um Echo Studio, caixa de som sem tela (um modelo antigo da marca; o mais novo custava R$ 1.700 no começo de novembro), para um Echo Show 8, modelo com display de 8,6 polegadas e som potente emprestado pela fabricante, também na mesma faixa de preço.
A experiência foi um pouco diferente. Alexa+: a assistente virtual ficou mais esperta, mas ainda erra meu nome Como disse no primeiro teste, o principal atrativo da Alexa+ é a conversa. A nova assistente responde de forma mais elaborada, entende perguntas menos previsíveis e consegue recorrer à internet para montar respostas mais úteis.
Isso faz diferença em situações em que a Alexa tradicional travava ou entregava respostas genéricas demais.
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