Adeus, motoristas: China está testando novo modelo nas estradas que não precisa de ninguém ao volante, facilita a vida de quem não sabe dirigir e pode reduzir acidentes Avanço tecnológico promete transformar a mobilidade e a logística, mas ainda depende de regras específicas e validações de segurança O transporte rodoviário vive uma transformação que, até pouco tempo atrás, parecia restrita aos filmes de ficção científica. Na China, sensores, câmeras e inteligência artificial começam a assumir tarefas antes realizadas exclusivamente por seres humanos. No país, caminhões autônomos já participam de testes em vias públicas e áreas delimitadas.
Em algumas experiências de nível 4, o veículo circula sem ninguém no banco do motorista, embora isso ainda não represente uma liberação ampla nas rodovias do país. Testes sob controle Um dos projetos foi autorizado em Deqing, onde a empresa Inceptio realizou testes com caminhões pesados sem operador na cabine. Nesse nível de automação, o sistema controla direção, aceleração e frenagem dentro de condições previamente estabelecidas.
- Adeus, ar-condicionado: nova opção gasta 5 vezes menos energia e é 4 vezes mais eficiente para casas, segundo técnicos - China coloca à venda robôs humanoides que conversam, guardam lembranças e podem ter aparência personalizada - Adeus, cabo HDMI: nova tecnologia transmite imagens em 4K sem fio a mais de 40 metros de distância Os veículos utilizam câmeras, radares e sensores a laser para reconhecer faixas, obstáculos e outros usuários da via. As informações são processadas por inteligência artificial, que calcula os movimentos necessários durante o trajeto. Dados oficiais indicam que a China já abriu aproximadamente 32 mil quilômetros de estradas para testes de veículos autônomos.
O número, porém, inclui carros, ônibus e veículos de entrega, e não apenas caminhões. Embora a vantagem para quem não sabe dirigir apareça de forma mais direta em robotáxis e automóveis de passageiros, os caminhões usam uma base tecnológica semelhante. A automação pode ampliar a mobilidade no futuro, mas ainda depende da evolução das regras e da infraestrutura.
Segurança em avaliação A redução de acidentes é uma das promessas do setor, principalmente por diminuir riscos ligados ao cansaço, à distração e a falhas humanas. No entanto, esse benefício ainda precisa ser comprovado em larga escala e em diferentes condições climáticas. As normas chinesas determinam que operações de carga ocorram em rotas autorizadas.
Em muitos casos, também exigem um agente de segurança a bordo, enquanto o transporte autônomo de produtos perigosos permanece proibido. Siga o Portal 6 no Google News e fique por dentro de tudo!
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