10 eleitos em 2026 tiveram contas julgadas irregulares pelo TCU

Um levantamento do G1 identificou que dez políticos eleitos em 2026 tiveram contas julgadas irregulares pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por problemas na aplicação de recursos públicos em cargos anteriores. As condenações financeiras somam quase R$ 5,7 milhões, entre valores a serem devolvidos aos cofres públicos e multas.

A maioria dos políticos ocupava o cargo de prefeito quando ocorreram as irregularidades. Há também um ex-secretário municipal de Infraestrutura e um ex-presidente de associação de municípios.

Os casos foram identificados em 15 processos relacionados ao uso de recursos federais em municípios de diferentes estados do país. A maior parte das verbas foi repassada por meio de convênios com o governo federal. Os demais processos envolvem recursos destinados a programas nacionais de educação, saúde e assistência social.

Os nomes constam na relação do TCU de gestores públicos com contas julgadas irregulares para fins eleitorais, utilizada pela Justiça Eleitoral para auxiliar a análise dos pedidos de registro de candidatura. No entanto, ter o nome na lista não significa que a pessoa esteja automaticamente impedida de disputar eleições.