Senador derrotado em Goiás busca alternativa para manter comando do partido
Passadas as eleições deste ano, os partidos ‘fecham para balanço’ e avaliam, internamente, o que muda, o que continua e como vão caminhar até 2028, principalmente no que diz respeito aos vencedores do pleito.Crise interna no PL goiano
Em Goiás, o PL, partido que o senador preside, conseguiu um bom resultado nas urnas. Apesar dele. Isso porque, além de os cinco deputados estaduais, quatro federais e o senador eleito, o mais votado do estado de Goiás, terem conseguido se eleger sem absolutamente nenhuma ajuda ou influência de Wilder, alguns garantiram uma cadeira no Legislativo até fazendo oposição interna ao presidente estadual da sigla.É o caso da deputada Magda Mofatto e de Gustavo Gayer, que, nos bastidores, nunca conseguiu engolir a manobra feita por Wilder que extinguiu a aliança que seria construída entre o governo do Estado e o PL para as eleições.
O deputado federal eleito, Major Vitor Hugo, apelou para que Wilder chame o partido para conversar e, justamente, falar sobre a sucessão do comando da legenda. O deputado eleito fez questão de frisar que, até hoje, após o pleito, não houve nenhum tipo de reunião ou conversa a respeito.
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