Na manhã desta quinta-feira (25), o vereador Senival Moura, do Partido dos Trabalhadores (PT), foi detido durante a Operação Última Parada, uma ação conjunta do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil. A operação investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro relacionado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) utilizando o transporte coletivo da cidade.
Mandados de prisão e investigações
Além de Senival Moura, outras duas pessoas foram presas na operação. Entre os alvos da investigação, estão membros da facção criminosa e o presidente da empresa de ônibus Transunião. Ao todo, a Justiça emitiu cinco mandados de prisão relacionados ao caso.
Relação com o setor de transporte
De acordo com as apurações, Senival Moura possuía uma estreita relação com o setor de transporte de passageiros na Zona Leste de São Paulo ao longo de sua carreira política. O Ministério Público acredita que a Transunião pode ter sido utilizada para movimentar recursos associados ao grupo criminoso.
A investigação teve início após o assassinato de Adauto, ex-diretor da Transunião, em 2020. O Ministério Público informa que Adauto atuava como representante do vereador na empresa e que, supostamente, desviou recursos que deveriam ter sido destinados ao PCC.
O caso continua sob investigação pelas autoridades competentes, e os fatos estão sendo analisados pela Justiça, assegurando o direito de defesa aos envolvidos.
Comentários (0)
Entre ou cadastre-se para comentar.