Nova onda de ameaças aumenta preocupações entre comunidade
No final de agosto, várias cartas intimidadoras foram direcionadas a funcionários de origem Kashmiri Pandit, uma minoria hindu que migrou do Vale de Kashmir durante a rebelião armada dos anos 1990. As cartas incluíam endereços residenciais, números de placa de veículos e telefones.
Os detalhes pessoais expostos levaram Anil Koul, um funcionário do governo, a pedir investigação das autoridades sobre a origem da informação compartilhada nas redes sociais.
A suspeita é que o grupo responsável seja o United Liberation Council, ligado ao Lashkar-e-Taiba, um grupo extremista islâmico baseado em Paquistão.
As ameaças diferenciam entre aqueles que nunca deixaram o Vale e aqueles que retornaram sob um programa de reabilitação federal indiano, acusando-os de trabalhar para 'mestres' fora do Vale de Kashmir.
O incidente gerou controvérsia política, com críticas de Farooq Abdullah, líder do Jammu e Caxemira National Conference, e defesas da comunidade de Kashmiri Pandits.
Representantes da comunidade afirmam que as ameaças devem ser analisadas no contexto de assassinatos e preocupações de segurança anteriores.
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